“The game. They say a person either has what it takes to play or they don’t. My mother was one of the greats. Me on the other hand, I’m kinda screwed.”
E assim, com estas palavras de Meredith (Ellen Pompeo), começou o primeiro episódio daquela que se viria a tornar uma das séries mais vistas da actualidade: “Grey’s Anatomy” (ou “Anatomia de Grey”, como preferirem). Hoje, dois anos e três temporadas depois, será que podemos olhar para trás e dizermos que a série conseguiu manter o nível de qualidade? Ou será que, como tantas outras, sucumbiu ao tempo?

Março de 2005 – estavam por esta altura os fãs de “Desperate Housewives”, “Lost” e “House” a deleitar-se com a primeira temporada de cada uma destas séries de sucesso quando, no dia 27, estreou “Grey’s Anatomy”, com o episódio “A Hard Day’s Night”, no qual conhecíamos as personagens principais de toda a trama: Meredith Grey, Cristina Yang (Sandra Oh), George O’Malley (T. R. Knight), Isobel “Izzie” Stevens (Katherine Heigl) e Alex Karev (Justin Chambers), cinco universitários acabados de se formarem. Esse episódio, bem como os restantes oito da primeira temporada, fizeram com que a série se tornasse um êxito instantâneo e uma segunda temporada fosse encomendada. E foi esta temporada que definiu também todos os ingredientes que os fãs apreciam nela: comédia, drama, romance, desenvolvimento de personagens e casos não só, em grande parte das vezes, insólitos mas também empolgantes. Apesar da escassez de episódios, a sua qualidade era inegável. As personagens bem escritas e carismáticas, os toques de comédia, os diálogos inteligentes e a abordagem mais descontraída da medicina criaram uma base de fãs composta por 18 milhões de pessoas (o que, comparando com, por exemplo, “House” e “Lost” é extremamente bom, visto que ambos tinham, na sua primeira temporada, cerca de 14 milhões).

A segunda temporada (composta por 27 episódios) é, penso que quase unanimemente, a melhor das três. Depois da surpresa do episódio “Whos Zommin’ Who?” (o último da primeira temporada), as vidas dos cinco estagiários complicam-se ainda mais e novos acontecimentos marcam a vida de cada um deles. Dos muitos eventos, o romance entre Izzie e Denny Duquette (Jeffrey DeanMorgan), um doente a necessitar de um transplante de coração, terá sido aquele que mais marcou os espectadores, não só pela química entre os dois actores mas também pelo desenvolvimento ao longo de mais de uma dezena de episódios, que por várias vezes nos levou a torcer para que ele sobrevivesse às várias complicações e que eles conseguíssem ficar juntos (o final do episódio “Deterioration of the Fight or Flight Response” – que raio de nome – é um desses exemplos). E essa era a principal característica que destacou este romance dos restantes que se vêem desenrolando ao longo da série – aqui, um dos membros estava constantemente na eminência da morte, ao passo que, nos outros, muito raramente, que me lembre.

Quando a terceira temporada começou, a série tinha já consigo cerca de 19 milhões de fiéis seguidores e, ao contrário de “Desperate Housewives” ou “Lost”, conseguiu não só aumentar mas também manter os fãs que ganhara desde o primeiro episódio. Nesta temporada, a mais dramática das três, as vidas dos cinco continuavam complicar-se à medida que novos problemas os continuavam a abalar. Na primeira parte desta temporada, o foco foi o segredo de Cristina e o seu par romântico, Preston Burke (Isaiah Washington), mas também muitas coisas aconteceram, como o acidente do barco (que gerou o único episódio da série que eu não gostei, “Some Kind Of Miracle” (se não estou em erro), no qual uma personagem era posta em limbo; a relação de Ava e Alex, que o mudou bastante (para melhor); a concorrência para Chefe de Cirurgia (que tem um final inesperado); o final da temporada, que realmente marca uma nova etapa para a série; a morte de várias personagens relacionadas com as principais. Esta temporada agradou-me bastante, apesar de ser considerada pelos fãs a mais fraca – apesar de discordar com eles, uma coisa é certa: várias personagens foram descartadas (ou mortas) desnecessariamente.

“This is HighSchool with scalpels” (“Isto é o Liceu com bisturis”), disse uma vez Callie (Sara Ramirez) e, realmente, é verdade. Apesar de ser uma série sobre medicina, “Grey’s Anatomy” dá também grande importância às suas personagens e todas se vão moldando consoante os eventos que vão surgindo. As mais carismáticas são provavelmente Bailey, Richard Webber, Cristina e Addison (Kate Walsh), porém eu gosto bastante de todas e, se antes da terceira temporada tinha uma favorita – Izzie -, agora as coisas mudaram-se, devido ao desenvolvimento das restantes. Ao longo das três temporadas, assistimos a vários amores e desamores, sendo o principal o de Meredith e Derek Shepherd (Patrick Dempsey), que se conhecem no “Joe’s”, um bar muito frequentado pelas personagens, mas também os pares Callie/George, Cristina/Burke, Izzie/Denny, Izzie/Alex têm destaque.

A música desempenha também um papel importante na série: os títulos de cada episódio são títulos de músicas e, de forma geral, encaixam muito bem na narrativa. Além disso, “Chasing Cars”, o sucesso dos Snow Patrol é A música de “Grey’s Anatomy” (se não fosse pela série, ninguém conhecia a música). Aconselho vivamente todos a assistirem e a comprarem os DVD’s de “Grey’s Anatomy” pois é uma série excelente. Espero com muita ansiedade a quarta temporada que, apesar de já ter estreado nos Estados Unidos, nunca mais cá chega (a espera até 2008 vai matar-me)! De que esperam? Seriously?


Óptimo post, parabéns! Eu adoro a “Anatomia”, é uma série muito boa mesmo!
por favor..tu poderias me ajudar,em dizendo o título da música que tocou no final do episódio em que o pai do George é operado,e a Izzie senta com ele e pega em sua mão?Eu amei a música,mas não consegui achá-la em parte alguma..acho que um dos trechos é: baby,dont leave me…the love’s come true..ou algo parecido…obrigada!
Olá, Moni. A música que está à procura não será por acaso a “Love Will Come Through”? Dá no episódio 11 da 3ª temporada (excelente episódio, já agora)… Quanto a a quem canta, só consegui encontrar “Travis”.
De qualquer das formas, espero ter ajudado!
Cumprimentos,
Rúben
Parabéns pelo post esta ótimo, adoro séries q o tema foca hospitais e passam o dia a dia dos médicos, é eletrizante, acho q é porq eu amo essa área, q é a medicina, amo d+ Grey’s Anatomy, ER, Dr. House. Bjuss ; ) !!!!!
adorei…so comecei a ver agora essa serie, na tv aberta…é muito boa…vou adorar ver todas as outras.
bjus.
Adorei esse post, só agora começei a ver essa serie na tv aberta, nao tenho tv por assinatura…vou adorar ver as outras temporadas. bjus.
oiee…amo gray’s anatomy…
Amei a música que deu no episódio 22 da terceira temporada, quando a dra addison chora no elevador pois sabe que não poderá ter filhos. Vc poderia me ajudar com o nome desta ? Ameii…
bigaduuu…
EEEEEEIIIIIIIIIII aonde vc conseguio o episodio 22 da terceira temporada? foi na NET….. Eu quero ver dublado me ajuda aiiii
Naninha, já vi esse episódio há algum tempo, por isso é-me difícil lembrar que música é. A única ajuda que lhe posso dar é o link abaixo, que tem as músicas que tocaram nesse episódio. Cumprimentos
Link:
http://www.greysanatomyinsider.com/music/episodes/the-other-side-of-this-life.html
Por favor bom não é uma resposta mas sim um apelo, aonde eu encontro os episódios 22, 23, 24 e 25 da Terceira Temporada de Grey´s Anatomy na net Dublado… Me respondammm Plsss!!!!!!!!!
Bjos Vlw