Desperate Housewives: Balanço Temporada 4 (Parte II)

Com esta segunda parte, concluo assim o balanço à primeira metade da quarta temporada de Donas de Casa Desesperadas, podendo ser a parte 1 lida aqui. Houve dois episódios particularmente óptimos (à semelhança do que aconteceu com a terceira temporada, com Bang), que foi o episódio do Halloween e o do tornado. Mas terão sido estes episódios melhores dos iniciais? Após o balanço vou deixar também a apresentação do episódio 11 da quarta temporada, que estreará em Abril nos EUA. É só continuar a leitura aqui:

Episódio 6 - Now I Know, Don’t Be Scared

Os episódios dedicados a uma época festiva ganham normalmente o meu favoritismo e este aqui, passado no Halloween, ou se preferirem no dia das bruxas, não fugiu à regra. Aconteceram muitas coisas maioritariamente positivas para todas as personagens e, como disse na primeira parte, basta juntar quase todos numa sala para criar confusão e muita diversão. Desta vez não foi Susan que organizou uma festa do dia 31, mas sim foi o casal homossexual que convidou todos os seus vizinhos para sua casa, com a condição de virem mascarados. Começamos a gostar mais deles, até porque começamos a ver como é rotina deles:

Bob: So which of the neighbors should we invite first?Lee: What does it matter? They all hate us.Bob: Oh, Lee, that’s not true. They hate you. I’m the butch one they can feel comfortable around.Lee: You keep telling yourself that.Bob: Let’s start with Bree. She’s got a gay son. I bet she’s homo-friendly.Lee: Why? My mother has one, and she’s not!

Contudo, vou contar rapidamente o que se sucedeu antes da grande noite: Susan conhece o pai de Mike, que está preso por assassínio do seu patrão (e, aparentemente, não está arrependido do seu acto); Carlos termina a sua relação com Edie, dando a desculpa que nunca gostou dela (não sabe ele que, na verdade, Edie conhece a verdadeira razão) e Gabrielle, por sua vez, termina o casamento por voice-mail com Victor, que se encontra numa viagem de negócios. Claramente veremos ainda mais desenvolvimentos sobre o que eles fizeram, até porque não é Victor a receber a mensagem de Gaby, mas sim o seu pai, fazendo chantagem com milhares de dólares se ela permanecer com o seu marido durante mais alguns meses. Aproximando-se a noite da festa dos gays, Lynette fica cada vez mais obcecada com uma toupeira que lhe anda a destruir o jardim (metaforicamente falando, a sua doença que parece ainda não ter fim). Danielle, que está em casa da sua mãe Bree, não lhe dá muito descanso, sempre com o seu humor mordaz:

Bree: The day I see even a glimmer of myself in you, is the day that I realize you’ve finally started… to grow up.Danielle: Well, don’t hold your breath. No, on second thought… do!

Mas o grande momento acontece quando Danielle surpreende toda a gente aparecendo na festa dos vizinhos. Foi bastante inteligente, ela, mascarando-se da sua própria mãe (pelo que conseguiu enganar todos, dissuadindo-os a pensar que a sua barriga de grávida é falsa). Acho que o episódio esteve muito centrado nela, mas o que em certa medida foi bom, porque as suas intervenções com as outras personagens foram sinceramente excelentes. Tudo muda, no entanto, quando ocorre a ruptura da bolsa-de-águas a Danielle, sendo o sinal de que o bebé nascerá dentro de alguns momentos. Surpreendida com o facto de que vai ser avó, Bree, Orson e Andrew apressam-se a escapar da casa de Bob e Lee e falam com Adam, o marido de Katherine, que é médico e pode ajudar no parto. Enquanto Danielle tem o seu bebé, Lynette recebe notícias excelentes: está curada plenamente do seu cancro, tendo um grande momento de reflexão sozinha (já o símbolo da toupeira reaparece, quando esta surge morta).

Nota Final: 9/10

Episódio 7 - You Can’t Judge A Book By Its Cover

Não escondo o gozo que me deu publicar esta fotografia do episódio 7, que precisamente se centrou em Lynette e na sua mãe Stella. Começo com Lynette, que convocou a chegada das suas duas irmãs Lydia e Lucy (reparem que as três irmãs começam pela letra L), devido à sua vontade de expulsar a sua mãe de casa. Quando a isto, achei a sua atitude deveras ingrata e insensata, visto que foi a mãe de Lynette que a ajudou durante todos aqueles meses difíceis de sofrimento e de tentativas para ultrapassar o cancro. Toda a situação foi moralmente horrível, desde o momento da chegada das irmãs até a intensa discussão da guarda de Stella, que nem por um momento elas pararam para pedir a opinião à mãe. É óbvio que tive pena dela, que se via no meio de três mulheres que rigidamente se impunham a alojar a mãe… O resultado não me surpreendeu: Stella fugiu de táxi indo para um lugar que para as irmãs era desconhecido. Foi nesse momento que consegui ter compaixão por Lynette, que foi a única com o bom senso suficiente para procurar Stella. Em vez disso, Lucy e Lydia viram ir embora um fardo que lhes era pesado de mais para preocuparem-se direito com o assunto. Enquanto isso, Gabrielle viaja com Victor (que supostamente para Gaby, ele nada sabe da traição… mas foi na verdade Edie quem lhe informou de tudo) num barco particular. Quando ele a confronta, Gabrielle começa a suspeitar que as intenções de Victor, ao levá-la para o oceano era matá-la, pelo que, como a ajuda de uma pá, atira-o para o amor, fugindo sozinha para a costa. É lá que contacta desesperada Carlos,

Carlos: Where is he? Where is Victor?Gabrielle: Well, I clubbed him and knocked him overboard.Carlos: He’s in the ocean?Gabrielle: He was going to kill me. He had a gun!Carlos: Ok, ok, let me think. (takes a moment) You saw him in the water. I mean, he’s not dead, right?Gabrielle: No. He’s mad, but he wasn’t dead.

que quando vem e procuram os dois Victor, e chegam à conclusão que ele está morto. Como estão eles enganados…! Agora voltando-me para Bree: ela e Orson vão jantar a casa de Susan e apercebem-se que existe uma grande distinção de opiniões quando Bree defende que Benjamin (o bebé de Danielle) deve ser circundado, enquanto que Orson reclama que deve ser uma decisão reflectida dele, quando estiver ciente do assunto. Ocorre então uma grande disputa, até que Bree leva secretamente o seu neto para um bat mitzváh, e pede ao judeu responsável pelo acto de circuncisão que faça uma cerimónia privada com Benjamin. Quando Orson toma conhecimento, confronta Bree com o facto de que ela poderá não o reconhecer como pai afectivo de Benjamin, e que talvez não exista confiança entre os dois. Por fim, Bree admite o seu erro e faz as pazes com o marido. Já Susan, ao tentar arranjar um namorado para a filha, conhece o vendedor ilegal das pastilhas com que Mike se viciou e vê-se diante do facto de que o marido é dependente daquela droga, trazendo uma grande tensão no relacionamento amoroso.

Nota Final: 8,5/10

Episódio 8 - Distant Past

“Distant Past” foi um episódio com pouca qualidade, apesar desta vez ter subido com as histórias de Gabrielle e Carlos (que nos episódios anteriores já nos começavam a aborrecer). Começo, no entanto, por Lynette, pois a sua mãe Stella continua desaparecida. Surge então o padrasto de Lyn, que supostamente deixou as suas filhas e a mãe porque esta era um constante problema familiar (bebia, etc). Na verdade, era ele que naquele momento alojava Stella e, ao lado de Lynette, planeiam um confronto mãe-filha. Quando a cena acontece, apercebemo-nos que o passado daquele ex-casal tinha sido mal contado, pois o padrasto de Lynette abandonara-a porque era, na verdade, homossexual. Percebemos de imediato também que ele e Stella são bons amigos e combinam que viverão juntos a partir daquele momento (foi um momento bonito, até porque beneficiou tanto Lynette, que não queria muito que a mãe regressasse a sua casa, como o seu padrasto, pois vivera sozinho por muito tempo). Voltando-me para Bree, esta vê o seu casamento ameaçado por causa de Benjamin (Orson começa a não conseguir dormir as horas necessárias, e vê-se insatisfeito com o número de vezes que tem relações sexuais com Bree). Para evitar que algo de pior aconteça Bree, após pedir conselhos a Tom (um relacionamento improvável, sei), seduz Orson no seu local de trabalho:

Bree: Hello, doctor.Orson: Bree, what a wonderful surprise. I’ve got a new patient coming in.Bree: Umm… yes, you do. I’m Mrs. Zimmerman.Orson: Eh… your message said you have a cavity that needed filling?!?Bree: I was in a very naughty mood when I left that.

Ainda na família de Bree, Andrew começa a ver-se rejeitado e insultado quando a mãe constantemente o compara com Benjamin. Quando primeiramente vimos um dos melhores momentos da série ao Bree abandonar Andrew sozinho no meio da estrada na segunda temporada, neste episódio reparamos nos sentimentos que ele ainda nutre. Andrew abandona a casa onde cresceu e aluga um andar num apartamento, mostrando como ele se pode aguentar e sustentar de forma autónoma e adulta. Apesar das pazes que faz com Bree no final do episódio, Andrew não muda de ideias, e a mãe reconhece que poderá ser uma boa opção. Centrando-me agora para Gabrielle e Carlos, devo dizer que eles tiveram uma grande dose de comédia, principalmente na cena da igreja, quando discutiam se iriam ou não contar à polícia que eram os responsáveis pelo desaparecimento de Victor:

Enquanto estão na Igreja, Gabrielle bate no braço de Carlos com a sua mala.Carlos: Ouch!Há uma senhora que limpa a igreja e, quando ouve Carlos a gritar, olha para eles. Gabrielle, que vê que ela está a olhar, diz:Gaby: He took the Lord’s name in vain!Antes do episódio acabar com Victor a ser encontrado e, no hospital, mentir às autoridades a dizer que não se lembra do que aconteceu, acompanhamos também os desenvolvimentos do caso Susan-Mike, onde este constantemente mente sobre as drogas. Tenho pena de Susan, que tanto batalhou para conseguir conquistar Mike e, quando finalmente o tem, vê a sua vida desabar, ainda por cima com um bebé para vir. Ah!, já me esquecia: Adam, o marido de Katherine, vê chegar a sua ex-amante, uma antiga paciente sua que o procura para voltar aos seus braços…Nota Final: 7/10

Episódio 9 - Something’s Coming

Não admira que este episódio foi aquele que mais audiências teve em toda a quarta temporada: o sneak peak deixou pouco a desejar e aguçou a vontade de qualquer um ver este capítulo que, na minha opinião, foi excelente! O episódio começa com Mary Alice a fazer uma tenebrosa confissão:

Mary Alice: (…) in four short hours, one of these ladies would lose a husband. And all of them would lose a friend. But how could they have known this? It was supposed to be a beautiful day.

Infelizmente para mim, já sabia qual dos maridos iria morrer neste episódio, por ser tão atacado por spoilers na Internet. Mas à morte já lá vamos. Há um tornado previsto para Wisteria Lane e todos os habitantes do bairro (ou quase todos) estão a preparar-se para o vendaval. Bree e Orson ficarão com os seus filhos numa divisão da casa que fica em direcção à cave que os vai proteger da tormenta, enquanto que Mrs. McCluskey ficará com Ida na sua cave, planeando já as duas jogar cartas. Para lhes estragar os planos vem Lynette, que não tem sítio para onde ficar com Tom e os seus cinco filhos, pedir a Mrs. McCluskey se pode ficar com ela e Ida. A vizinha fica primeiramente relutante, como seria de esperar, mas acaba por ceder, como acaba sempre. Já com Katherine, que também está preparada para o tornado, vê chegar uma tempestade ainda maior quando Sylvia, a tal mulher que apareceu no último episódio e que vos disse que era a ex-amante de Adam, surpreende-a desagradavelmente. Parece-me a mim que esta personagem é um pouco neurótica (eu sei que são todas, mas esta tem problemas cerebrais…), e que a sua personalidade, apesar de inicialmente mandar piada, não mete depois nada mais do que repulsa e ódio… até porque, mal Bree, aquando do seu passeio com Benjamin, vê Katherine a cuspir em Sylvia, faz de tudo para saber o que se passa. Para isso convida Sylvia para um lanche, e esta conta-lhe que tinha sido amante de Adam, que o amava e que o queria de novo nos seus braços. Foi realmente uma má escolha Bree ter levado Sylvia para sua casa porque depois esta correu para a casa-de-banho (local onde a família dos Hodge ficariam protegidos do tornado) e fez um ultimato: enquanto Bree não trouxesse Adam para Sylvia, era permaneceria naquele local trancada. Óbvio foi que Bree correu para procurar Adam, e quem descobre é Katherine, que com o marido vai até a casa da vizinha. Começam as discussões e a tensão aumenta porque o tornado está cada vez mais próximo e eles não tem outro lugar para ficar. Viro-me agora para Susan que descobre que Mike continua a mentir-lhe em relação ao seu vício, o que gera uma enorme discussão, e um grande acontecimento: enquanto que Mike a agarra para ter a oportunidade de vê-la nos olhos, Susan sente-se zangada e, ao tentar sair do braços de Mike, cai das escadas da sua casa (sim, estando grávida…). Acho que não é necessário voltar-me a repetir com esta história, portanto resumo: Susan chega ao hospital atolado de vítimas do furacão, e vê-se dificultada em ver um médico a diagnosticar-lhe (ela está bem, mas preocupada com o estado do feto) e Mike, impaciente e aparatoso como sempre, arranja uma confusão com um médico, ao dar-lhe um soco. Quando Susan é vista e dizem-lhe que o bebé está felizmente bem, Susan exige que Mike vá para uma clínica de reabilitação, ou senão deixá-lo-á. Centrando-me agora na história de Gabrielle, devo dizer que foi a que mais me agradou: ela e Carlos, no início do programa, decidem deixar o bairro por tempo indefinido porque planeiam fugir de Victor. Claro que não vão fugir sem dinheiro: Carlos combinou um encontro com o homem responsável pela sua conta off shore para a tarde. Enquanto que Gaby prepara-se para abandonar o bairro e, ao mesmo tempo, o tal homem chega com uma pasta com os ficheiros intransmissíveis e exclusivos que darão acesso ao dinheiro e quem o acolhe não é nada mais nada menos do que Edie, que se aproveita da confusão do senhor e, fingindo-se de Gabrielle, consegue finalmente vingar-se… mas ela que aguente os cavalos! Gabrielle, que assistia a tudo, persegue Edie para conseguir aquela pasta e assistimos a uma das melhores… “lutas” entre as duas inimigas:

Gabrielle: (depois de partir a janela da casa da Edie e passar por ela) Oh good. You’re home!(…)

Gabrielle: Give me the damn folder, Edie!Edie: Ah, ah, ah! Not gonna happen!Gabrielle: It’s worthless to you!Edie: You and Carlos are screwed without it. And that is worth a lot to me!Gabrielle: Give me my money!Edie: (enquanto segura a pasta) What do you mean, your money? Carlos embezzled it.Gabrielle: Oh, and now you’re moral all of a sudden? You didn’t care where the money was coming from when you thought Carlos was gonna spend it on you.Edie: Okay. I’m not unreasonable. Cut me in for say…60% and I’ll get out of your hair. How does that sound?(Gabrielle pensa por uns momentos e depois, com um grito de guerra, sobe para o sofá e salta por cima de Edie para conseguir a pasta)

Hilariante! O melhor foi quando o tornado chegou e as duas tiveram necessariamente de unir forças e se protegerem, o que mostrou que em situações difíceis precisamos todos uns dos outros, analisando de certa forma certos valores, como a amizade. Entretanto, Bree, Katherine, Orson e Adam conseguem proteger-se noutra divisão da casa, enquanto Sylvia, que ao ouvir o silêncio pensa que está sozinha, sai da casa-de-banho e, mal abre a porta, voa literalmente para a morte (escusado será dizer que me ri). Bree conta mais do que devia, e Katherine descobre que Adam teve outrora relações sexuais com Sylvia. Já Carlos, que procura Gabrielle, acaba por encontrar Victor, que está à sua espera com uma pistola. Lá lutam até um pau de madeira voar e espertar-se no peito de Victor, que cai morto. Tal como Mary Alice disse, neste episódio um dos maridos morre, e foi uma consolação saber que foi o presidente da câmara! Ah, Carlos também cai inconsciente, depois de outro pau bater nele na cabeça. Finalizando, Lynette, vendo que Tom começa a ter um ataque de asma com o gato de Ida, retira o animal para o rés-do-chão com Mrs. McCluskey a ver e depois a tentar salvá-lo em vão. As duas protegem-se numa banheira de outra casa, sob um colchão de uma cama. O episódio finaliza-se com Lynette a ver o cenário completamente destruído, dando um grito de causar arrepios…

Nota Final: 10/10 - Apesar de algumas falhas na realização como a iluminação, mas isso perdoa-se.

Episódio 10 - Welcome to Kanagawa
Confesso que esperava mais drama com este episódio, na medida que poderíamos ver o que tinha acontecido a todas as personagens após o furacão. O que se sucedeu, no entanto, foi um breve momento de tensão no início do programa quando Lynette teme pelo destino da sua família. Estão, no entanto, todos salvos, excepto Ida, que morreu. Sabemos também que Gabrielle está com Carlos no hospital, e ambos aparentam estar bem. Já os danos materais: quase todos os habitantes ficaram ou sem casa ou sem telhado, e mudam-se para hotéis e casas de amigos. Bree solicita a Susan o alojamento da sua família em sua casa, e esta, que a princípio mostra-se relutante, não consegue dizer não e promete-lhe uma boa estadia. Bree, no entanto, não planeia ficar muito tempo, pois contratou um homem que lhe irá arranjar o seu telhado. Vê-se confrontada, depois, com o facto de que o empreiteiro acabou de sair de uma relação amorosa e não está disposto a arranjar-lhe o telhado. Bree, que o vê a falar com Bob e Lee pergunta-lhes se arranjar ao homem uma namorada será a solução para conseguir o seu telhado arranjado. Eles respondem-lhe que namorada não, mas namorado, no seu masculino como o próprio nome indica, talvez seja uma opção viável. Bree acaba por saber então que o empreiteiro é homossexual e, tendo poucas cartas por onde escolher, resolve planear um jantar romântico entre ele e Andrew. Quando Susan pensava estar a viver num autêntico inferno com Bree a comandar a sua casa, vê-se diante do facto que a amiga é uma excelente cozinheira e dona de casa, admitindo estar no paraíso:
Julie: Welcome to heaven.

Susan: Don’t talk, I’m smelling it.

Quando Susan apercebe-se que Bree está a fazer aquele jantar romântico com Andrew e o empreiteiro para ver o seu telhado arranjado e, assim, voltar para sua casa, sente-se determinada a estragar os planos, pois não está disposta a perder os cozinhados da amiga. Foi bastante bom e divertido ver Susan a levar o homem para outros caminhos como também foi bonito ver a discussão que Bree teve com ela depois do jantar. Voltando-me para Lynette, esta também se sente determinada em respeitar os últimos desejos de Ida e, com Mrs. McCluskey, espalha as cinzas da vizinha num campo de basebol, enquanto foge dos seguranças. Já Gabrielle é confrontada pelo pai de Victor em seu pleno funeral, dizendo-lhe ele que não vai ficar com dinheiro nenhum. Gostei da saída dela da igreja, como também gostei do facto de que Carlos está cego e ainda não contou a ela. Ah, e Katherine, ao tentar expulsar Adam de sua casa pela traíção, fica a saber que ele sabe do seu segredo, como também a sua filha, pois pudemos vê-la a descobrir o bilhete deixado pela sua tia-avó antes de morrer, nas cinzas da lareira. Qual será o segredo?

Nota: 8,5/10

Episódio 11 - Sunday

Apesar de ainda não termos conhecimento da estreia em Portugal, sabemos já que é no dia 13 de Abril que “Sunday” estreia nos Estados Unidos, e deixo-vos com este sneak peek, tal como vos prometi:

3 Respostas para “Desperate Housewives: Balanço Temporada 4 (Parte II)”

  1. Peres Diz:

    Parabéns, o post está muito completo! Ri-me claro, gostei das citações. Continua o bom trabalho!

  2. Andre Diz:

    Excelente blog! Flávio, precisava de falar contigo no MSN adiciona-me urgentemente!

  3. Pipocas e Outras Tretas Diz:

    Graças a este post - e ao anterior - pude pôr-me a par dos acontecimentos que perdi desta 4a temporada. Tenho mesmo de ver! Mas sim senhor, “Donas” voltou aos tempos de glória. Como sabes, adorei o ep do tornado… Bem, excelente post! Espero é que depois faças uma 3a parte a comentar os restantes - acho que 5? - eps desta temporada, que estão em produção!

    Rúben

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